sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Saiba como comprar o livro A arte de enganar o povo

Passos sobre como comprar o livro A ARTE DE ENGANAR O POVO.

Passo 1 – Deposite R$ 30,00 (trinta reais) na Conta Corrente 35.029394.04 Agência 0360 do BANRISUL. em nome de Eliziane P. Mello

Se preferir o BANCO DO BRASIL, então deposite R$ 30,00 (trinta reais) na Conta Corrente 32.692-5 Agência 0187-2 em nome de Eliziane Pivoto Mello

Passo 2 – Comunique o número do depósito (ou da transferência) ao e-mail jornalistaprates@yahoo.com.br
e nós enviaremos o livro para o endereço que você indicar no e-mail. A despesa de Correio é por nossa conta.

Detalhe importante: Coloque o endereço correto e o CEP para o qual deve ser remetido o livro.
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Boa leitura!

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Lançamento do Livro "A arte de enganar o povo"


O tão aguardado lançamento do livro A arte de enganar o povo, de Júlio Prates, aqui em Santiago, será dia 13 de agosto, às 19:30 hs, no Auditório da URI, Campus de Santiago.

Já no dia 18 de agosto, às 19 horas, ocorrerá o lançamento deste em Porto Alegre, no Memorial do Rio grande do Sul, na rua 07 de setembro, nº 1020 na Praça da Alfândega.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Matéria Publicada no Jornal A Razão, edição de 05 de agosto de 2009

Santiaguense lança livro A arte de enganar o povo
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Postado por Jornal A Razão em Quarta, Agosto 5, 2009, 10:40
Esta notícia foi postada na categoria Cultura,

O santiaguense Júlio Prates, sociólogo e jornalista, estará lançando, dia 18, às 19h, no Memorial do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, seu quinto livro, intitulado A arte de enganar o povo.
Produzido em Santa Maria, na Pallotti Editora, e com a capa levando a assinatura do designer Guilhes Damian, da Revista Veja, o livro escrito com humor, versa sobre os embustes, golpes e manipulações que os políticos usam para enganar as pessoas.
Na verdade, segundo Julio Prates, “o livro é um texto leve, sintético e nada lembra os artigos maçantes e cansativos. A temática é a política, mas sob uma ótica diferente”, observa o autor. Com puro escárnio e deboche, Júlio sintetizou, praticamente, tudo que é importante para os políticos. O livro, considerado polêmico, mostra que tudo na política e nos políticos é mentira, desde a forma como cumprimentam as pessoas, beijam uma criança, abraçam um velhinho e se comportam num velório. Explica Julio Prates que são dezenas de situações reunidas e analisadas, por exemplo, as roupas, joias, perfumes, cabelo, unhas, dentes, hálito, aniversário, horóscopo.
”O livro é curioso, pois ensina como mentir, como construir discursos sobre cada situação, ensina como enganar, mas revela-se extremamente útil por escancarar todos os expedientes manipulatórios que os políticos usam para enganar o povo”, comenta Prates.
A definição de política na visão de Prates é curiosa “é falar várias linguagens embutidas numa só, é aparentar uma coisa e ser outra, é dizer uma coisa e fazer outra”. Nada escapa da fúria literária de Prates, albergues, saúde, amantes, roubos, corrupções, esquerda, direita, gays, religiões, casamento, filhos bastardos, imprensa, militares, poder judiciário. O estilo de Prates lembra Maquiavel, embora resguardadas todas as particularidades do contexto, época. O livro contém 175 páginas, divididas em seis capítulos.
O primeiro livro de Julio Prates foi “O Papel do Jornal”, editado em 2003; depois,” O que importa em Oracy”, em 2004, e “Boca de Lobo” e” Pampa em Progresso”, lançados juntos em 2006.
O lançamento do livro “A Arte de Enganar o Povo” deve acontecer até outubro deste ano. A situação de alerta epidemiológico por causa da gripe A, fez com que a sessão de autógrafos fosse transferida do próximo dia 22 de agosto, para uma data ainda a ser marcada. Apesar disso o livro estará sendo comercializado nas principais livrarias ao valor de R$ 30,00.

domingo, 5 de julho de 2009

Do autor e sua obra

Júlio Prates, (foto) nasceu e cresceu no Pampa gaúcho. É fronteiriço, recluso e maldito. Viveu longe do pago por duas décadas. Cursou Sociologia, Direito e pós-graduou-se em Letras. Apaixonado por política e militante anti-globalização, voltou-se para as questões locais: economia, política, valores e ritos do interior gaúcho. Isolado e incompreendido, transita entre a marginalidade e a maledicência. Para muitos, um louco, para outros tantos, um gênio.
Escreveu alguns livros, todos de caráter fortemente regional. Agora, com A ARTE DE ENGANAR O POVO, estréia um novo estilo. Em um viés sarcástico e ousado disseca as situações políticas e sociais do dia-a-dia. Ensina como os políticos se mimetizam sorrateiramente em meio ao povo. A imprensa gaúcha já começa a defini-lo como o novo príncipe, associando sua escrita ao estilo de “O Príncipe” de Maquiavel. Júlio é o maquiavélico da era digital, da brevidade dos e-mails e, por essa razão, não se volta aos impérios e tronos, mas aos pequenos reinos e feudos da manipulação, assentados na mentira que permeia a politicagem contemporânea.
É de Rousseau a célebre frase: "Maquiavel, fingindo dar lições aos reis, deu grandes lições aos povos”. Resguardadas as particularidades, contexto e época, Júlio Prates também finge ministrar valiosas lições aos políticos; mas, na verdade, está municiando o povo acerca das artes, técnicas, macetes e artifícios que os políticos utilizam para enganarem e ludibriarem seu eleitorado.


Guilhes Damian,



Revista Veja

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Júlio Prates fala sobre seu 5° livro

.........................................................................................O escritor Júlio César Prates está com seu 5° livro pronto. A ARTE DE ENGANAR O POVO deverá circular em várias partes do Brasil. Levando o selo da Editora da URI, livro promete esquentar o debate sobre as práticas políticas atuais. Numa versão bem humorada, onde o sarcasmo é o ponto alto, o santiaguense posa de Maquiavel e vai ensinando aos políticos como enganar e mentir para o poovo, explorando debilidades e usando técnicas e macetes. O segredo do livro, e um lance de genialidade, é que a obra desmascara práticas e discursos que mentem para o povo. Ensinamentos irônicos ao extremo, como se comportar num velório, como mentir para as mulheres, como explorar a saúde dos pobres, entre outros, deverão fazer a graça da próxima eleição. Até os cartões de natal e aniversário que as pessoas recebem estão na mira de Prates. O prefácio é da Professora Sandra Oliveira.
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Autor define os politicos
"Ser politico é falar várias linguagens embutidas numa só, é aparentar uma coisa e ser outra, é dizer uma coisa e fazer outra".

LIVRO: A ARTE DE ENGANAR O POVO

www.expressoilustrado.com.br - Matéria publicada no Jornal Expresso, dia 16/04/2008
Está pronto e com lançamento previsto para maio o livro A ARTE DE ENGANAR O POVO do escritor santiaguense Júlio César Prates. Já no prefácio Júlio esclarece que é um livro “amoral, imoral e panfletário”. Na verdade, o texto é breve, sintético e nada lembra os artigos massantes e cansativos de Prates. A temática é a política, mas sob uma ótica diferente. Com puro escárnio e deboche, sempre implícito, Júlio sintetizou praticamente tudo que é importante para os políticos e mostrou que tudo na política e nos políticos é mentira, desde a forma como cumprimentam as pessoas, beijam uma criança, abraçam um velhinho e se comportam num velório. São dezenas de situação reunidas e analisados, por exemplo, as roupas, jóias, perfumes, cabelo, unhas, dentes, hálito, aniversário, horóscopo.
O livro é curioso, pois ensina como mentir, como construir discursos sobre cada situação, ensina como enganar, mas revela-se extremamente últil por escancara todos os expedientes manipulatórios que os políticos usam para enganar o povo.
A definição de política na visão Prates é curiosa “é falar várias linguagens embutidas numa só, é aparentar um coisa e ser outra, é dizer uma coisa e fazer outra”. Nada escapa da fúria da fúria literária de Prates, albergues, saúde, amantes, roubos, corrupções, esquerda, direita, gays, religiões, casamento, filhos bastardos, imprensa, militares, poder judiciário.

ENTRE A VERDADE E A MENTIRA NA POLÍTICA

www.arazao.com.br - Matéria publicada no Jornal A Razão de Santa Maria/RS em 26/12/2007

Escritor santiaguense termina seu quinto livro e prevê polêmica .
Depois de ter lançado 4 livros, todos de caráter local, o jornalista santiaguense Julio César Prates decidiu meter o dedo na política. Com formação acadêmica em sociologia e direito, o escritor produziu um livro, no mínimo, polêmico. O título: A ARTE DE ENGANAR O POVO. Ao longo do livro, sintetiza diversas situações que envolvem os políticos, desde a roupa, jóias, carro, sorriso, abraço, como abraçar, como sorrir, como se comportar num velório, como mentir para as mulheres, como enganar setores organizados da sociedade civil até a construção de discursos, da oposição a situação, de esquerda e de direita, passando à construção do discurso do político ladrão. Já na introdução, Prates assevera: “este é um livro amoral”. Na prática, o autor levou 14 meses para resumir todas as hipóteses, desde o discurso de vítima dos políticos até o capítulo “como enganar” que envolve desde corporações, intelectuais, público GLS, militares, entre outros. Num pequeno trecho liberado para a imprensa, intitulado “Como mentir como se verdade fosse” o autor observa que “os limites, na política, entre a verdade e mentira são tênues. Verdade e mentira são faces análogas de uma mesma moeda. Uma justifica a razão de ser da outra e ambas andam de mãos dadas na consecução da boa atividade político partidária. Isso explica porque, em determinadas situações se diz uma coisa tentando chegar noutra. Em outros momentos, se diz algo para induzir a pensar outra coisa diversa. Em outras vezes, se diz o diverso para induzir a pensar no verso ou reverso. Em política, decididamente, não existe verdade ou mentira. ... A rigor, quase tudo é mentira, desde os gestos necessários, frios e calculados, até o tom de voz, a armação de um dado discurso, uma determinada situação fingindo humildade, um elogio para uma mulher feia, em suma, nada é verdade saindo da boca de um político decente”.
Com a capa levando a assinatura do editor de artes da Revista Veja, Guilhes Damiam, sobrinho do escritor, Júlio Prates está dando-se ao luxo de escolher uma Editora, visto que 3 editores paulistas já manifestaram interesse em publicar a polêmica obra. Pelo profundo estilo de linguagem e o toque à Maquiavel, Júlio Prates já está sendo chamado de “O Príncipe Santiaguense”, especialmente nos meios acadêmicos. Um capitulo em especial chama a atenção “A questão da amante e os filhos havidos fora do casamento”, capítulo III, que também aborda “Como enganar as mulheres” e “O discurso sobre a família”. O livro aborda ainda situações constrangedoras, entre elas, “A questão dos albergues e a manipulação da saúde: como explorar os pobres”, onde supostamente ensina deputados e vereadores a tirarem proveito das doenças e das desgraças dos pobres.